segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

VARAL DA DOR


Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal

E assim, repetindo os mesmos erros, dói em mim
Ver que toda essa procura não tem fim
E o que é que eu procuro afinal?

Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais, de mais...
Afinal, como estrelas que brilham em paz, em paz...

Lenine

3 comentários:

Anônimo disse...

*

O Olho do Linceu disse...

Elogiável as ações desecadeadas por todas as autoridades nesta tragédia, com tantos MORTOS, porém QUESTIONO: porque não aparecem na mesma rapidez quando se noticia, que doentes, ainda VIVOS, estão em macas improvisadas, nos corredores dos hospitais esperando atendimento?

Anônimo disse...

Boa pergunta, por que?